Estado também registra alta de 2,7% na comparação anual e acumula crescimento de 3,3% nos últimos 12 meses
A produção industrial de Goiás cresceu 0,8% em julho de 2026 na comparação com junho, considerando a série com ajuste sazonal. O resultado divulgado pelo IBGE colocou o estado entre os oito dos 15 locais pesquisados que registraram avanço no mês e ficou acima da variação de 0,2% da indústria brasileira.
Os números também mostram desempenho positivo da indústria goiana em períodos mais longos. Frente a julho de 2025, Goiás avançou 2,7%. No acumulado entre janeiro e julho de 2026, o crescimento chegou a 2,6%, enquanto a taxa dos últimos 12 meses ficou em 3,3%.
O avanço mensal de 0,8% em Goiás ficou 0,6 ponto percentual acima do resultado nacional. A indústria brasileira registrou crescimento de 0,2% na passagem de junho para julho.
Entre os locais com resultado positivo, o Amazonas apresentou a maior alta, de 14,6%, seguido por Espírito Santo, com 2,0%, e Rio Grande do Sul, com 1,2%. Depois de Goiás apareceram Santa Catarina, com 0,7%; São Paulo, com 0,5%; Bahia, com 0,4%; e Minas Gerais, com 0,3%. O Rio de Janeiro teve variação de 0,0%.
Na outra ponta, Mato Grosso registrou queda de 9,0%, enquanto o Pará recuou 4,5%. Ceará e Pernambuco tiveram redução de 1,8% cada, e o Paraná caiu 1,7%.
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O desempenho de Goiás na produção industrial também foi positivo na comparação com julho de 2025. A alta de 2,7% ocorreu enquanto a indústria brasileira apresentou queda de 0,5% no mesmo período.
Dos 18 locais pesquisados pelo IBGE nessa comparação, 11 tiveram redução da produção. Goiás integrou o grupo com resultado positivo ao lado de Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Amazonas e Pernambuco.
O Espírito Santo liderou os avanços interanuais, com crescimento de 12,8%, seguido pelo Rio Grande do Sul, com 7,0%. Rio de Janeiro avançou 3,3%, Amazonas cresceu 2,8%, Goiás teve alta de 2,7% e Pernambuco registrou 1,2%.
De janeiro a julho, a produção industrial em Goiás acumulou crescimento de 2,6%. O desempenho ficou acima do resultado nacional, que apresentou avanço de 1,1% no mesmo intervalo.
Nos últimos 12 meses, a diferença também aparece nos dados do IBGE. A indústria goiana acumulou alta de 3,3%, diante de crescimento de 0,6% no Brasil.
No cenário nacional, o indicador de 12 meses permaneceu positivo em julho, mas perdeu ritmo em relação a junho, quando estava em 0,7%. Sete dos 18 locais pesquisados registraram taxas positivas no período.
Apesar dos resultados positivos registrados por Goiás, a média móvel trimestral da indústria brasileira recuou 0,8% no trimestre encerrado em julho de 2026. O indicador havia caído 0,5% em junho, interrompendo a trajetória de alta iniciada em janeiro.
Entre os 15 locais pesquisados nesse indicador, 12 apresentaram taxas negativas. Mato Grosso teve a maior queda, de 3,6%, seguido por Pará, com 2,4%; Bahia, com 2,0%; e São Paulo, com 1,0%. Rio Grande do Sul e Amazonas registraram os principais avanços.
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