Produtores rurais devem atualizar dados obrigatórios entre 1º e 31 de maio para garantir controle sanitário e regularidade cadastral
A Declaração de Rebanho 2026 em Goiás já tem calendário definido e começa em 1º de maio. O prazo segue até 31 de maio, conforme determinação oficial publicada no Diário Oficial do Estado em 9 de abril. A medida é obrigatória e direcionada a todos os pecuaristas, que precisam manter seus dados atualizados junto ao sistema estadual.
A atualização é considerada essencial para o controle sanitário e monitoramento de doenças que podem impactar tanto a produção quanto a saúde pública. O procedimento permite que as autoridades tenham um panorama atualizado da pecuária no estado, contribuindo para ações preventivas e estratégicas no setor.
De acordo com a regulamentação vigente, a declaração será feita em duas etapas ao longo de 2026. A primeira ocorre entre 1º e 31 de maio. A segunda está prevista para o período de 1º a 30 de novembro. Ambas são obrigatórias e devem ser cumpridas dentro dos prazos estabelecidos.
O presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, reforça a relevância da participação dos produtores no processo. “Atualmente, Goiás ocupa posição de destaque no cenário nacional da pecuária bovina, sendo o terceiro estado com maior rebanho, e a Agência atua para preservar esse patrimônio, prevenindo enfermidades que possam causar prejuízos aos produtores. Com a parceria do pecuarista goiano é possível obter um diagnóstico fiel da realidade do Estado”, destaca.
A exigência inclui diversas espécies presentes nas propriedades rurais. Permanecem obrigatórias as informações sobre bovinos, bubalinos, equinos, muares e asininos, além de caprinos e ovinos. Também entram na lista aves e suínos de subsistência, animais aquáticos e abelhas.
O diretor de Defesa Agropecuária, Rafael Vieira, explica que não houve mudanças nas categorias exigidas neste ano. “Este ano, a primeira etapa ocorrerá de 1º a 31 de maio, e a segunda, de 1º a 30 de novembro. Não houve alteração quanto às espécies que devem ser declaradas. Permanecem obrigatórias as informações sobre bovinos, bubalinos, equinos, muares e asininos, caprinos e ovinos, aves e suínos de subsistência, além de animais aquáticos e abelhas”, afirma.
O preenchimento deve ser feito preferencialmente de forma digital, por meio do Sistema de Defesa Agropecuária de Goiás, o Sidago. Para acessar a plataforma, o produtor precisa utilizar login e senha individuais previamente cadastrados.
Caso não seja possível realizar o procedimento online, o produtor pode buscar atendimento presencial em uma unidade operacional da Agrodefesa. O órgão orienta que os dados sejam informados com precisão, incluindo número de animais por espécie, sexo e faixa etária, considerando nascimentos, mortes e movimentações recentes.
Desde 2025, os produtores foram orientados a atualizar suas credenciais no sistema, com inclusão de e-mail individual e senha exclusiva. A medida busca aumentar a segurança das informações e evitar o uso compartilhado de acessos, prática que não é permitida.
Quem ainda não regularizou o cadastro deve acessar o sistema com os dados do gov.br ou procurar atendimento presencial para atualização. O preenchimento por terceiros só é autorizado mediante cadastro formal como procurador, com apresentação de documento registrado em cartório.
O passo a passo para criação de senha de procurador está disponível no site oficial da Agrodefesa, facilitando o acesso ao serviço e garantindo que produtores cumpram a exigência dentro do prazo.
Veja o passo a passo no site da Agrodefesa (goias.gov.br/agrodefesa), clicando no banner “Cadastro de senha de procurador”.
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