Colheita de arroz em Goiás termina com 23,8 mil hectares cultivados

Safra goiana teve áreas irrigadas e de sequeiro, com produtividade afetada pela distribuição irregular das chuvas

Colheita de arroz em Goiás termina com 23,8 mil hectares cultivados

A colheita de arroz em Goiás foi concluída, com 23,8 mil hectares cultivados entre lavouras irrigadas e de sequeiro, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgados no 11º Levantamento da Safra de Grãos, na quinta-feira (13). O ciclo foi marcado pela influência das chuvas sobre a produtividade e a qualidade dos grãos, enquanto as áreas irrigadas registraram menor incidência de doenças fúngicas.

Do total plantado no estado, 22,3 mil hectares correspondem ao arroz irrigado e outros 1,5 mil hectares ao arroz de sequeiro. A área destinada à cultura permaneceu estável em relação ao levantamento anterior da Conab, sem mudanças na distribuição entre os dois sistemas de produção.

Arroz em Goiás ocupa 23,8 mil hectares

A produção de arroz em Goiás está distribuída principalmente pelas regiões sul, oeste e norte do estado. Também existem pequenas áreas cultivadas na região central.

O sistema irrigado concentra a maior parcela das lavouras goianas. Dos 23,8 mil hectares destinados ao cereal, cerca de 94% são irrigados, enquanto aproximadamente 6% correspondem ao cultivo de sequeiro, considerando as áreas informadas pela Conab.

Arroz de sequeiro alcança produtividade de 2.400 kg por hectare

Nas lavouras de arroz de sequeiro, a produtividade média ficou em 2.400 quilos por hectare. O resultado foi condicionado principalmente pela distribuição irregular das precipitações durante o desenvolvimento da cultura.

As chuvas registradas no início do ciclo contribuíram para o estabelecimento das lavouras. No período final, porém, as precipitações afetaram parcialmente a qualidade dos grãos colhidos.

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Arroz irrigado registra menor pressão de doenças em Goiás

Nas áreas de arroz irrigado em Goiás, o manejo fitossanitário teve eficiência no controle das lavouras, conforme os dados divulgados pela Conab.

A baixa umidade relativa do ar também contribuiu para diminuir a ocorrência de doenças fúngicas nas áreas cultivadas, favorecendo as condições fitossanitárias durante o ciclo.

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